AGRICULTURA

Negócios da soja estagnados; confira os preços do grão no país

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O mercado brasileiro de soja esteve travado nesta quarta-feira (22). A forte queda do dólar e a retração na Bolsa de Chicago pressionaram as cotações domésticas para baixo e deixaram os agentes de fora dos negócios. Em algumas praças, os preços já se ajustaram para a safra nova.

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): preço se manteve em R$ 137,00
  • Missões (RS): preço se manteve em R$ 138,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço se manteve em R$ 142,00
  • Cascavel (PR): preço caiu de R$ 127,00 para R$ 125,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 135,00 para R$ 132,00
  • Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 120,00 para R$ 116,00
  • Dourados (MS): preço se manteve em R$ 117,00
  • Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 121,00 para R$ 116,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos, em um dia de muita volatilidade. Além de um movimento de realização de lucros após subir mais de 3% no dia anterior, o mercado foi pressionado por novas informações sobre as tarifas a serem impostas pelo novo governo Trump.

Dessa vez, o novo presidente americano colocou na sua mira a União Europeia, Rússia e China. Trump especulou uma taxa de 10% nos produtos chineses. Com isso, as compras do país asiático ficariam mais caras, e a tendência seria de uma migração de interesse para a América do Sul.

Brasil e Argentina não estiveram fora do radar do mercado nesta quarta-feira. A informação de que a China teria suspendido a compra de soja de cinco empresas brasileiras por conta de problemas fitossanitários ajudou o mercado em seus períodos de alta. Na Argentina, a preocupação com o clima prossegue e ajudou a limitar o recuo.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 11,25 centavos de dólar ou 1,05%, a US$ 10,56 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,68 1/4 por bushel, com perda de 9,50 centavos, ou 0,88%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com alta de US$ 4,80 ou 1,54%, a US$ 315,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 44,42 centavos de dólar, com baixa de 1,35 centavo ou 2,94%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,40%, sendo negociado a R$ 5,9465 para venda e a R$ 5,9445 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,9157 e a máxima de R$ 6,0202.



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