CIDADES
Cerca de 40 mil pessoas passaram pelo Centro Histórico-Cultur…
Em Sorriso, um levantamento feito pela Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Juventude, mostrou que o Centro Histórico-Cultural Benjamin Raiser recebeu aproximadamente 40 mil visitantes desde sua inauguração, em agosto de 2022. Apenas em 2024, foram 5.853 visitas registradas pela equipe do Centro Histórico.
Além de fortalecer o turismo local, o número também representa uma aproximação do cidadão sorrisense com suas origens e fatos históricos ocorridos no município, desde sua fundação. Estão alojados no espaço vários itens de recordações como, aparelhos domésticos, telefone antigo, fotografias, quadros, entre outros.
Dentre os inúmeros itens, estão expostas relíquias religiosas do primeiro Padre de Sorriso, como vestes, turíbulo e fotografias. Além disso, existe um acervo sacro que conta a visita do Papa João Paulo II em Mato Grosso.
Apesar de expor objetos de riquíssimo valor cultural e histórico, o espaço conta com ferramentas que usam a tecnologia para apresentar toda a história do município de forma lúdica.
“A implantação do Centro Histórico-Cultural é um grande orgulho para o nosso município, e uma marca deixada pela Gestão do ex-prefeito Ari Lafin que valorizou a história da colonização e formação da nossa cidade, bem como dos trabalhadores que vieram na década de 80 e 90 e juntos construíram a Capital Nacional do Agronegócio”, relata a Secretária de Cultura, Turismo e Juventude, Marisa Netto.
O funcionamento do Centro Histórico-Cultural Benjamin Raiser é de segunda à sexta-feira, das 08h da manhã às 17h, com a presença de profissionais que podem ajudar a contar a história do município. Após o período de recesso administrativo, o horário será ampliado. Segundo a coordenadora do espaço, Maria Amélia, existem vários objetos que evidenciam o planejamento da cidade.
“Temos a história do início da colonização de Sorriso, que conta desde o primeiro comprador de terras, o primeiro colonizador e a evolução da cidade, na parte urbana. Uma das coisas mais preciosas nossas é o mapa, que mostra que a cidade foi toda planejada”, disse Maria.
Para o Secretário Adjunto, Francisco Guimarães, os números apresentados são expressivos e comprovam a importância deste equipamento cultural para os educadores, estudantes, turistas e população em geral.
“Neste espaço público da cultura além da preservação da história do povo que fundou a cidade, também valorizamos os artistas locais que representam as artes visuais, por meio do PROMIC – Programa Municipal de Incentivo à Cultura, que utilizam o equipamento para expor seus trabalhos artísticos em exposições temporárias e de média duração”.
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