CUIABÁ
Serviços de raio‑x voltam a funcionar e gestão de Cuiabá detalha ações na Câmara
A secretária municipal de Saúde, Dra. Lúcia Helena Sampaio, acompanhada da diretora da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), Thania Zanette, esteve nesta quinta-feira (26) na Câmara Municipal de Cuiabá para prestar esclarecimentos sobre a gestão da pasta e a rotina da saúde pública municipal. Assuntos como a retomada dos serviços de raio‑x em todas as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e a compra de medicamentos foram destaques na sessão.
Thania Zanette explicou que a interrupção no fornecimento de exames de imagem ocorreu em razão de atrasos nos pagamentos à empresa responsável, com parte da dívida remontando ao ano de 2024. Com a quitação de três folhas atrasadas, os serviços de raio‑x foram integralmente restabelecidos em todas as UPAs da capital. Segundo ela, essa medida evitará deslocamentos desnecessários de pacientes ao Hospital Municipal, reduzindo o tempo de espera e oferecendo diagnóstico imediato ao usuário.
A diretora da Empresa Cuiabana de Saúde Pública também esclareceu rumores sobre superfaturamento na compra de dipirona, cujo valor na nota fiscal constava como R$ 7,34. Thania explicou que houve erro de digitação, pois aquele valor correspondia a outro produto (Dimenidrinato), e que a prefeitura já notificou a empresa para corrigir o documento antes do pagamento. O preço correto, conforme a tabela SUS, é de R$ 1,18 por unidade da dipirona de 10 ml/g.
A secretária Lúcia Helena reiterou o compromisso da administração municipal com a transparência e a eficiência. A visita à Câmara foi descrita como um ato excepcional de prestação de contas, que visou reforçar a confiança da sociedade na gestão da saúde pública.
“A gestão atual, sob o comando do prefeito Abilio Brunini, está arrumando a Saúde Pública da capital todos os dias. Todos os processos de compra seguem trâmites legais, e todas as correções necessárias estão sendo feitas antes da realização dos pagamentos. A retomada dos serviços de raio‑x nas UPAs ganha destaque por representar um avanço imediato na qualidade do atendimento à população. Em situações anteriores, como em 2023, a falta de pagamento havia deixado exames suspensos por quatro meses, sobrecarregando o Hospital Municipal e atrasando diagnósticos até em quatro horas”, lembrou a gestora.
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